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Este século introduziu doenças muito mortais, perigosas e infecciosas para a humanidade, como o vírus da influenza, vírus Ebola, vírus Zika, e o vírus SARS-CoV-2, comumente conhecido como COVID-19, que causaram epidemias e pandemias em todo o mundo. Para algumas dessas doenças, medicamentos adequados e vacinas estão em falta, e a detecção precoce desses vírus será crítica para salvar os pacientes. E mesmo que as vacinas estejam disponíveis para COVID-19, novas variantes de COVID-19, como Delta e Omicron, estão se espalhando em larga escala. As técnicas de detecção de vírus disponíveis levam muito tempo, são caras e complexas, e algumas delas geram falsos negativos ou falsos positivos, o que pode custar a vida dos pacientes. A técnica de biossensores é uma das melhor qualificadas para enfrentar esse desafio difícil. Nesta revisão sistemática, resumimos os avanços recentes na detecção de vírus pandêmicos, incluindo COVID-19, baseada em biossensores. Os biossensores estão surgindo como instrumentos diagnósticos analíticos eficientes e econômicos para a detecção de doenças em estágio inicial. Eles são altamente adequados para aplicações relacionadas à saúde, eletrônicos vestíveis, segurança, meio ambiente, militares e agricultura. Acreditamos firmemente que essas informações ajudarão no estudo e desenvolvimento de uma nova geração de biossensores de vírus adaptáveis para outros pesquisadores.
Patel et al. (Quarta-feira) estudaram essa questão.