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Os ecossistemas em todo o mundo estão rapidamente perdendo diversidade taxonômica, filogenética, genética e funcional como resultado da apropriação humana de recursos naturais, modificação de habitats e clima, e da disseminação de plantas e animais patogênicos, exóticos e domésticos. Vinte anos de intensa pesquisa teórica e empírica mostraram que tal empobrecimento biótico pode alterar de forma marcante as propriedades biogeoquímicas e dinâmicas dos ecossistemas, mas permanecem desafios em vincular essa pesquisa à complexidade da natureza selvagem e em aplicá-la a questões ambientais prementes, como comida, água, energia e biosegurança. A questão que se coloca é se esses avanços podem nos levar além de simplesmente invocar o princípio de precaução da conservação da biodiversidade para uma ciência preditiva que informe soluções práticas e específicas para mitigar e adaptar-se à sua perda.
Naeem et al. (Qui,) estudaram essa questão.