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Entre 1940 e 2000, um total de 1976 pacientes com miastenia gravis (MG) foram estudados. O diagnóstico foi feito pela melhora na fraqueza após a medicação anticolinesterásica. Os desenvolvimentos históricos no diagnóstico e tratamento da MG são revisados. Analisamos o curso clínico da MG influenciado por idade, gênero, timectomia, timomectomia e a presença de anticorpos contra os receptores de acetilcolina (AChR). O curso clínico da MG foi significativamente influenciado por idade e gênero, e esses fatores exigem atenção especial no manejo dos pacientes. O nível mais severo de fraqueza e a alta mortalidade ocorreram durante os primeiros 1 a 2 anos da doença, após os quais muitos pacientes experimentaram melhora. Para tratar pacientes com MG, a utilidade da timectomia ainda precisa ser comprovada, e novos medicamentos precisam ser desenvolvidos para aumentar o número, bem como o funcionamento normal dos AChRs e outros componentes do sistema neuromuscular.
Grob et al. (Terça,) estudaram esta questão.
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