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A luz tem um efeito profundo no crescimento e desenvolvimento das plantas. A luz vermelha e azul impulsiona melhor o metabolismo fotossintético, portanto, não é surpresa que essas qualidades de luz sejam particularmente eficientes em avançar as características de desenvolvimento associadas aos hábitos de crescimento autótrofos. Qualidades de luz fotossinteticamente ineficientes também transmitem informações ambientais importantes para uma planta em desenvolvimento. Por exemplo, a luz infravermelha reversa o efeito dos fitocromos, levando a mudanças na expressão gênica, na arquitetura da planta e nas respostas reprodutivas. Evidências recentes mostram que a luz verde também tem efeitos discretos na biologia das plantas, e os mecanismos que detectam essa qualidade de luz estão sendo elucidativos. A luz verde demonstrou afetar os processos das plantas por meio de meios dependentes e independentes de criptocromo. Geralmente, os efeitos da luz verde se opõem àqueles direcionados pelas bandas de onda vermelha e azul. Esta revisão examina a literatura onde a luz verde foi implicada em resultados fisiológicos ou de desenvolvimento, muitos dos quais não são facilmente atribuíveis a sistemas sensoriais conhecidos. Aqui, os papéis da luz verde na regulação do desenvolvimento vegetativo, floração fotoperiódica, abertura estomática, modulação do crescimento do caule, expressão gênica nos cloroplastos e estatura da planta são discutidos, com base em dados coletados ao longo dos últimos 50 anos de pesquisa fotobiológica em plantas. Juntos, esses relatórios apoiam a conclusão de que os sistemas sensoriais da luz verde ajustam o desenvolvimento e o crescimento em orquestração com sensores vermelhos e azuis.
Folta et al. (Sex,) estudaram essa questão.