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A literatura sobre confiança distingue confiabilidade (a habilidade, benevolência e integridade de um fiduciário) e propensão à confiança (uma disposição para confiar nos outros) da confiança (a intenção de aceitar vulnerabilidade em relação a um fiduciário com base em expectativas positivas sobre suas ações). Embora essa distinção tenha esclarecido algumas confusões na literatura, permanece incerto (a) quais antecedentes da confiança têm as relações mais fortes com a confiança e (b) se a confiança medeia totalmente os efeitos da confiabilidade e da propensão à confiança nos resultados comportamentais. Nossa meta-análise de 132 amostras independentes resumiu as relações entre as variáveis de confiança e tanto a tomada de risco quanto o desempenho no trabalho (desempenho de tarefa, comportamento de cidadania, comportamento contraprodutivo). A modelagem de equações estruturais meta-analíticas apoiou um modelo de mediação parcial em que a confiabilidade e a propensão à confiança explicaram a variância incremental nos resultados comportamentais quando a confiança foi controlada. Análises adicionais revelaram que as dimensões da confiabilidade também previram compromisso afetivo, que teve relações únicas com os resultados quando controlado pela confiança. Esses resultados se generalizaram por diferentes tipos de medidas de confiança (ou seja, medidas de expectativas positivas, medidas de disposição para ser vulnerável e medidas diretas) e diferentes referentes de confiança (ou seja, líderes, colegas de trabalho).
Colquitt et al. (Sun,) estudaram esta questão.