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Guiado por um framework de risco e resiliência, o presente estudo examinou as associações entre as percepções de discriminação étnica de adolescentes latinos (n = 219; Mage = 14,35; DP = 1,75) em múltiplos ambientes (por exemplo, online, escola) e diversos domínios de adaptação (por exemplo, saúde mental, acadêmica), e testou se ativos culturais salientemente desenvolvimentais (ou seja, identidade étnica) promoviam diretamente a adaptação dos jovens ou moderavam o impacto negativo da discriminação na adaptação. Cada um dos 3 componentes da identidade étnica (ou seja, exploração, resolução, afirmação) demonstrou evidência de promover resultados positivos entre os jovens latinos; além disso, houve algumas evidências de que os efeitos promotores da afirmação e da resolução eram significativamente mais fortes para adolescentes mais velhos em comparação com os mais jovens. Além disso, com exceção das experiências de discriminação de adultos fora do ambiente escolar, houve evidências de que a identidade étnica interagia com cada tipo de discriminação para prever a autoestima, sintomas depressivos e problemas de externalização dos adolescentes latinos. Os resultados sugerem direções para pesquisas futuras e identificam potenciais alvos para intervenções que podem ser frutíferas em esforços de programação com adolescentes latinos.
Umaña‐Taylor et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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