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A síndrome de banda amniótica (ABS) foi descrita pela primeira vez por Montgomery em Montgomery (1832). É uma malformação congênita pouco conhecida devido à estrangulação dos órgãos por uma banda fibrosa amniótica. Várias partes do corpo podem ser afetadas: por exemplo, crânio, face, pescoço, tronco e sistema musculoesquelético. Geralmente associa três tipos de anomalias, a saber, amputaçōes, deformidades e malformações. Existem duas teorias genuínas que cobrem essa síndrome; a Teoria Intrínseca que associa a síndrome a um defeito na linha germinativa e a Teoria Extrínseca Puramente Mecânica relacionada à banda amniótica. Essas teorias tentaram exaustivamente explicar a doença e o envolvimento dos órgãos (Goldfarb et al., 2009). No presente estudo, relatamos um caso raro de uma fratura aberta de ambos os ossos da perna com doença amniótica em um neonatinho de 10 dias que passou por tratamento cirúrgico. Em nosso caso, trata-se de uma emergência cirúrgica na qual tentamos explicar sua fisiopatologia e mostrar como operá-la. Discutimos também a adequação do uso das expressões “fratura da perna” e “pseudartrose congênita da perna”. Finalmente, descrevemos uma classificação revisada por Hall (1982) e Weinzweig (1994) de ABS incorporando um estágio com envolvimento ósseo.
Khernane et al. (Sat,) estudaram essa questão.