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As proteínas codificadas pelo vírus do vírus do mosaico do tabaco (TEV), um potyvírus de plantas, surgem pelo processamento proteolítico de um grande precursor de poliproteína. O genoma do TEV codifica duas proteinases, uma proteinase de 49 quilodaltons e a proteinase do componente auxiliar (HC-Pro), que clivam a poliproteína em locais específicos. O único evento de clivagem conhecido catalisado pelo HC-Pro ocorre no terminus carboxílico do HC-Pro. A atividade proteolítica do HC-Pro foi analisada pela expressão da enzima em sistemas bacterianos e livres de células. O domínio carboxil-terminal do HC-Pro exibiu atividade proteolítica em Escherichia coli com um tempo de meia-vida de processamento de aproximadamente 100 s. A cinética de processamento do HC-Pro expresso in vitro por transcrição e tradução livres de células foi variável, dependendo da presença ou ausência de sequências polipeptídicas do TEV no terminus amino do domínio proteolítico. A clivagem do terminus carboxílico do HC-Pro parece ter ocorrido exclusivamente por um mecanismo autocatalítico; a proteinase sintetizada in vitro exibiu pouca ou nenhuma atividade proteolítica quando reagiu com o local de clivagem do HC-Pro em reações trans ou biomoleculares.
Carrington et al. (Sun,) estudaram essa questão.