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Entender os subprocessos eletroquímicos ocorrendo nos componentes das células de óxido sólido (SOCs), principalmente os eletrodos de ar, é de alta importância, pois desempenham um papel fundamental na melhoria do desempenho dos dispositivos SOC e em sua durabilidade. Entre vários métodos de análise de desempenho, a espectroscopia de impedância eletroquímica (EIS) é a mais utilizada nos estudos. No entanto, a análise e a interpretação dos dados da EIS sempre foram consideradas um desafio, dado o fato de que as informações fornecidas pela abordagem comum do método de mínimos quadrados não lineares complexos (CNLS) são limitadas. Visto sob essa perspectiva, a abordagem de distribuição do tempo de relaxação (DRT) ganhou considerável atenção nos últimos anos como uma abordagem potencial para analisar os resultados das medições de EIS. Este estudo tem como objetivo revisar publicações recentes que utilizaram o método DRT para deconvoluir os dados da EIS e abrir caminho para o uso da metodologia DRT e incorporar seus resultados. Os estudos se concentram em seis categorias de eletrodos de ar comumente usados, a saber, baseados em LSCF, baseados em LSM, baseados em níquel de lantânidos, baseados em BSCF e baseados em perovskitas duplas, e aqueles menos comumente usados.
Ghamarinia et al. (Sex,) estudaram essa questão.