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As iniciativas nacionais de saúde enfatizam a importância de eliminar as disparidades em saúde entre populações historicamente desfavorecidas. No entanto, poucos estudos examinaram a gama de resultados de saúde entre pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT). Para estimular uma pesquisa mais inclusiva na área, apresentamos o Modelo de Promoção da Equidade em Saúde - uma estrutura orientada para que as pessoas LGBT alcancem seu pleno potencial de saúde mental e física, considerando tanto as circunstâncias de saúde positivas quanto as adversas. O modelo destaca (a) a heterogeneidade e a interseccionalidade dentro das comunidades LGBT; (b) a influência do contexto estrutural e ambiental; e (c) tanto os caminhos que promovem a saúde quanto os adversos que envolvem processos comportamentais, sociais, psicológicos e biológicos. Também se expande sobre as conceituações anteriores da saúde das minorias sexuais, integrando uma perspectiva de desenvolvimento ao longo da vida dentro do modelo de promoção da saúde. Ao explicitar o importante papel da agência e da resiliência, bem como o efeito prejudicial das estruturas sociais nos resultados de saúde, apoia políticas e justiça social para promover a saúde e o bem-estar nessas comunidades. Direções importantes para pesquisas futuras, bem como implicações para intervenções e políticas de promoção da saúde, são apresentadas.
Fredriksen‐Goldsen et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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