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A força produzida por um grupo muscular durante uma tarefa bilateral de esforço máximo foi relatada como sendo menor do que a produzida durante uma tarefa unilateral de esforço máximo. Hipotetizou-se que, se a ativação reduzida das unidades motoras, principalmente rápidas, for responsável por esse déficit bilateral, 1) o déficit bilateral seria maior em degraus do que em rampas de contrações isométricas e 2) a taxa de geração de torque nas contrações em degraus seria mais lenta em tarefas bilaterais do que em tarefas unilaterais. Doze sujeitos do sexo masculino saudáveis realizaram tarefas unilaterais e bilaterais de extensão do joelho isométrica, nas quais o torque máximo foi gerado em condições de rampa e degrau. Os torques máximos produzidos nas tarefas bilaterais foram 17,0 e 24,6% menores do que os produzidos nas tarefas unilaterais nas condições de rampa e degrau, respectivamente (ambos P < 0,001). O déficit de torque bilateral para a condição de degrau foi significativamente maior do que o da condição de rampa (P = 0,012). A taxa de geração de torque na condição de degrau foi 19,7% mais lenta na tarefa bilateral do que na tarefa unilateral (P = 0,010). Assim, os resultados dessas medições de torque apoiam a noção de que a ativação reduzida de unidades motoras, principalmente rápidas, pode ser responsável pelo déficit bilateral.
Koh et al. (Mon,) estudaram esta questão.