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O enxerto autólogo de gordura é amplamente utilizado para aumento e substituição de tecidos moles em cirurgia reconstructiva e estética, proporcionando um método biocompatível, natural e de baixo custo. Múltiplas abordagens foram desenvolvidas nos últimos anos, variando na localização dos locais doadores de tecido adiposo, uso de soluções umectantes, técnicas de coleta, processamento e colocação. Apesar de muitos avanços nesse assunto, a falta de padronização nos protocolos e a imprevisibilidade da reabsorção do tecido enxertado representam uma limitação significativa para a retenção do enxerto e subsequente preenchimento. Nesta revisão, discutimos várias abordagens e métodos descritos ao longo dos últimos anos sobre a coleta de enxertos autólogos de gordura. Focamos em conteúdos como o melhor local doador, diferenças entre as técnicas de coleta existentes (namely ressecção de tecido, aspiração manual ou técnicas de lipoaspiração), diâmetros recomendados das cânulas de coleta, aplicação de pressão e volume da solução umectante injetada antes da aspiração. Resultados e comparações entre métodos tendem a variar de acordo com o resultado medido, representando uma limitação para determinar os métodos mais eficientes a serem aplicados em enxertos de gordura. Além disso, a falta de um ensaio padrão para determinar a viabilidade ou aumento de volume do enxerto de gordura continua sendo outra limitação para obter procedimentos e protocolos de enxerto universalmente aceitos.
Fontes et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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