RESUMO Complexos de porfirinas de Rh(II) têm sido utilizados para realizar transformações estequiométricas notáveis, que incluem ativação de C─H no metano, bem como ativação de C─H e O─H no metanol à temperatura ambiente. No entanto, sua aplicação catalítica é frequentemente dificultada pela formação de ligações fortes Rh─C e Rh─X ao longo do ciclo catalítico, além de uma tendência a formar espécies diméricas. Neste artigo Conceitual, destacamos os estados de transição incomuns e os passos de reação observados com porfirinas de Rh(II), bem como os desafios associados à regeneração de Rh(II) durante os ciclos catalíticos. Discutimos como a fotoquímica, a eletroquímica combinada com a confinamento espacial, e a colaboração remota entre metais em matrizes sólidas podem ser utilizadas para aproveitar o potencial latente da reatividade de porfirinas de Rh(II) na catálise.
Qiu et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.