Resumo Este artigo distingue entre "autonomia estratégica" (a liberdade de definir sua própria agenda de pesquisa) e "autonomia operacional" (a liberdade, uma vez que um problema foi definido, de abordá-lo por meios determinados por si mesmo, dentro das limitações de recursos dados). O artigo argumenta, e apresenta alguns dados preliminares corroborativos, que carreiras técnicas no laboratório de P&D deveriam começar com uma autonomia estratégica menor do que com uma autonomia operacional, que a autonomia operacional deve mostrar um aumento inicial bastante rápido, seguido por aumentos na autonomia estratégica, e que, a partir daí, um número de diferentes caminhos de carreira deve estar disponível para os funcionários técnicos. A maioria dos laboratórios, no entanto, parece adotar uma filosofia de autonomia estratégica combinada com controles operacionais, que cria dilemas e contradições na carreira técnica, especialmente em seu início. Propõe-se que esses dois aspectos da autonomia podem ser pensados de forma útil como uma grade bidimensional. Diferentes posições nessa grade parecem se encaixar em diferentes orientações e diferentes tarefas, e requerem diferentes estratégias para gestão de carreira. O artigo termina com uma discussão dessas implicações de gestão.
Lotte Bailyn (Sat,) estudou essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: