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A Índia está entre os maiores emissores de mercúrio atmosférico (Hg) do mundo. As atividades de produção da Índia estão associadas a emissões de Hg, que podem ser atribuídas à demanda final (por exemplo, compras por famílias, governos e investimentos privados) de nações que impulsionam a produção upstream do ponto de vista da demanda, ou insumos primários (por exemplo, oferta de trabalho e capital) de nações que possibilitam a produção downstream do ponto de vista da oferta. Este estudo identifica nações e setores-chave que impulsionaram direta e indiretamente as emissões de Hg da Índia tanto do ponto de vista da demanda quanto da oferta durante 2004-2014. Enquanto a demanda final doméstica foi o principal motor do ponto de vista da demanda (responsável por cerca de 80-85% do total), EUA, China e Emirados Árabes Unidos são importantes motores estrangeiros. Da mesma forma, do ponto de vista da oferta, os insumos primários domésticos foram os principais motores. No entanto, a participação dos insumos estrangeiros que possibilitam emissões de Hg aumentou de 16% para 23% durante a década. Arábia Saudita, Indonésia, Austrália e China são os principais motores estrangeiros do lado da oferta. O setor de Construção é um importante motor do lado da demanda, enquanto os setores de combustíveis fósseis são importantes motores do lado da oferta. Essas descobertas podem orientar políticas globais e nacionais para a gestão das emissões de Hg nos lados da demanda e da oferta na Índia e ajudar na implementação bem-sucedida da Convenção de Minamata sobre Mercúrio.
Jetashree et al. (Thu,) estudaram essa questão.
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