Key points are not available for this paper at this time.
As visões sobre a anatomia e a função dos gânglios basais e seu papel em distúrbios motores e não motores passaram por grandes revisões nas últimas décadas. Os gânglios basais são agora apreciados como componentes de circuitos cortico-subcorticais paralelos e reentrantes, que se originam de áreas corticais individuais, atravessam os gânglios basais e o tálamo, e terminam em suas respectivas áreas de origem no lobo frontal. Pesquisas adicionais e experiência clínica resultaram em novas percepções e perspectivas sobre os detalhes da circuitaria e sobre o papel dessas estruturas na doença de Parkinson e em outros distúrbios dos gânglios basais. Com base em estudos anatômicos e fisiológicos e no impressionante sucesso de intervenções cirúrgicas focadas, parece apropriado considerar esses diversos distúrbios clínicos como distúrbios de circuito, resultantes de distúrbios patológicos na atividade neuronal ao longo de laços cortico-subcorticais específicos.
DeLong et al. (Mon,) estudaram essa questão.