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Esta pesquisa introduz a distinção entre consumo compensatório que ocorre após, em oposição a antes, de se vivenciar uma ameaça à autoestima (denominado consumo compensatório reativo versus proativo). Cinco experimentos documentam o fenômeno do consumo compensatório proativo, assim como as condições limite correspondentes para seu efeito. Além disso, enquanto tanto o consumo compensatório reativo quanto o proativo estão associados à busca por produtos que simbolicamente se relacionam a uma ameaça vivida ou potencial, demonstramos que o consumo compensatório reativo é mais propenso a ser associado ao uso de produtos para fins de distração. Examinamos como e quando essas diferentes formas de consumo compensatório afetam as preferências dos consumidores em comparação ao comportamento de consumo real. Implicações para delinear o consumo compensatório reativo versus proativo na literatura, assim como o uso do consumo para a finalidade de completude simbólica versus distração, são discutidas.
Kim et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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