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Resumo Há uma vasta e crescente literatura empírica que investiga os determinantes do investimento direto estrangeiro (IDE) para fora. Essa literatura examina principalmente o efeito das características do país anfitrião sobre o IDE, embora as características do país de origem também influenciem a decisão das empresas de investir no exterior. Neste artigo, examinamos o papel das características dos países anfitrião e de origem no IDE. Para isso, construímos uma base de dados em nível de empresa sobre IDE para fora do Japão, da Coreia e de Taiwan. Nossa análise empírica produz duas descobertas principais. Primeiro, países anfitriões com melhor ambiente para IDE, em termos de maior tamanho de mercado, menores custos fixos de entrada e salários mais baixos, atraem mais investidores estrangeiros. Segundo, empresas de países de origem com salários mais altos têm maior probabilidade de investir no exterior. Uma implicação política interessante e significativa de nossa evidência empírica é que os formuladores de políticas que buscam promover fluxos de IDE devem priorizar países com salários mais altos.
Hayakawa et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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