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O artigo explora como tanto a imaginação quanto a aparente incapacidade de imaginar sua própria recuperação podem ser entendidas em relação às auto-construções dos participantes e às noções culturalmente dominantes de pessoa e transtornos alimentares. As implicações da análise para intervenções terapêuticas são discutidas.
Malson et al. (Mon,) estudaram essa questão.