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Este estudo examinou potenciais discriminadores de grupos de adultos mais velhos que exibem diferentes padrões de estabilidade ou mudança na solidão ao longo de 5 anos: aqueles que se tornaram solitários, superaram a solidão, foram persistentemente solitários e foram persistentemente não solitários. Os resultados da análise de função discriminante mostraram que os persistentes solitários, em comparação com os persistentemente não solitários, estavam mais frequentemente vivendo sozinhos, eram viúvos e enfrentavam pior saúde e controle percebido. Além disso, mudanças nas condições de moradia e controle percebido previram a mudança na solidão. Em conclusão, perceber que se é capaz de atender às necessidades sociais é um preditor da solidão e da mudança na solidão e parece ser mais importante do que as amizades das pessoas. Como os preditores foram melhores em prever a entrada na solidão, os resultados indicam a promessa de abordagens de prevenção para intervenções contra a solidão.
Newall et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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