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Neste estudo, examinamos o impacto direto e vicariante dos processos sociais de estigma sentido e enactado e seu impacto na vida de indivíduos com deficiências e suas famílias. Especificamente, as descobertas de entrevistas interativas com oito adultos com deficiência e sete mães de crianças com deficiência foram analisadas em busca de temas relacionados aos componentes do estigma descritos por Link e Phelan (2001): rotulagem, estereotipagem, separação, perda de status e discriminação no contexto da diferença de poder. As descobertas sugerem que, embora esses processos sociais possam ter importantes consequências psicossociais negativas para indivíduos que vivem com deficiências, a gravidade das consequências varia entre os componentes. As descobertas também indicam que esses indivíduos encontram maneiras variadas e criativas de resistir e ativamente combater os efeitos negativos do estigma em suas vidas. Os achados apoiam a complexidade da experiência de estigma e a importância do contexto socio/cultural para a experiência vivida da deficiência.
Green et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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