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Nos últimos anos, as competências individuais para a sustentabilidade receberam muita atenção na literatura educacional, de sustentabilidade e de administração de empresas. Neste artigo, exploramos o significado de duas competências morais bastante novas e desconhecidas no campo da sustentabilidade corporativa: competência normativa e competência de ação. Como a sustentabilidade pode ser vista como um problema altamente complexo ou ‘maligno’, não está claro o que ‘normatividade’ na competência normativa e ‘ação responsável’ na competência de ação realmente significam. Neste artigo, levantamos a questão de como essas duas competências morais devem ser entendidas e como estão relacionadas entre si. Defendemos uma perspectiva de ética da virtude sobre ambas as competências morais, pois essa perspectiva é capaz de levar em conta a malignidade da sustentabilidade. A ética da virtude nos permite conceitualizar a competência normativa e a competência de ação como dois aspectos de uma única competência virtuosa para a sustentabilidade.
Blok et al. (Sex,) estudaram essa questão.