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Quando o melanoma maligno ocorre em um linfonodo, presume-se que seja metastático, e o processo cutâneo/mucoso primário é descoberto como sendo ativo, espontaneamente regredido, excisado anteriormente ou oculto. Agregados de células de nevo e nevos azuis nodais são curiosidades morfológicas bem documentadas que ocorrem em linfonodos. Hipotetizou-se que esses agregados de células de nevo e nevos azuis poderiam ser precursores de melanoma maligno nodal em pacientes sem um sítio extranodal de origem óbvio. Documentamos um caso prototípico de melanoma maligno primário evoluindo a partir de agregados de células de nevo precursoras associados a nevos azuis em um linfonodo axilar. A coexistência de nevos azuis nodais e agregados de células de nevo implica uma origem comum a partir de células da crista neural migratórias detidas dentro do mesênquima.
Shenoy et al. (Sun,) estudaram essa questão.