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A interação de células-alvo sensíveis com células NK resulta em sinalização positiva e negativa. A sinalização positiva resulta na indução da citotoxicidade das NK e sensibilização para a proliferação mediada por IL-2 e secreção de citocinas. A sinalização negativa impede que as células NK se reciclarem para a citotoxicidade. A inativação funcional é restrita ao subtipo de conjugado NK-alvo, poupando o subtipo livre de NK não conjugantes. O mecanismo de inativação induzida por alvo das células NK foi examinado em conjugados purificados e classificados. Os conjugados foram subdivididos em duas frações; em uma fração, as células NK foram dissociadas do alvo (NKDC), e na outra fração, os conjugados não foram perturbados (NKC). Após a cocultura durante a noite com IL-2, a função citotóxica da NKC não foi aumentada, embora uma subpopulação proliferasse e secretasse TNF-alfa e IFN-gama no sobrenadante. Em contraste, a atividade citotóxica da NKDC foi aumentada por IL-2, mas proliferou pouco e não secretou TNF-alfa ou IFN-gama após a ativação por IL-2. O fenótipo da NKC inativa foi encontrado como CD16dim/- CD692+ CD11b2+. A inativação mediada por alvo correlacionou-se com a sensibilidade das células-alvo à citotoxicidade das NK. Além disso, uma fração significativa de células NK na NKC foi programada para a morte celular por apoptose. No total, esses resultados demonstram que alvos sensíveis inativam células NK para citotoxicidade resultando em perda de células NK. Além disso, os resultados sugerem que a sinalização para a função citotóxica pelas células-alvo não está ligada à sinalização para proliferação e secreção de citocinas pelas células NK.
Jewett et al. (Qui,) estudaram esta questão.