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As altas taxas de morbidade e mortalidade decorrentes do parto prematuro e do baixo peso ao nascer impõem um imenso ônus à saúde, educação e serviços sociais, e às famílias. Este artigo apresenta os resultados de uma revisão sistemática da evidência publicada e não publicada a respeito das implicações econômicas a longo prazo do parto prematuro e do baixo peso ao nascer para vários setores da economia e para indivíduos. O artigo destaca a variável qualidade metodológica da maioria dos estudos econômicos a longo prazo sobre parto prematuro e baixo peso ao nascer e sugere maneiras de superar essas limitações metodológicas. O artigo revela que o parto prematuro e o baixo peso ao nascer podem resultar em custos substanciais para o setor de saúde após a alta inicial do recém-nascido do hospital. Também pode impor um ônus substancial sobre a educação especial e serviços sociais, sobre as famílias e cuidadores dos recém-nascidos e sobre a sociedade em geral. Além dos custos identificados pela literatura, o parto prematuro e o baixo peso ao nascer podem ter outras consequências a longo prazo que requerem avaliação sob uma perspectiva econômica.
Petrou et al. (Qui,) estudaram essa questão.