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Este artigo argumenta que, ao considerar a emoção como subversiva epistemologicamente, a tradição ocidental tende a obscurecer o papel vital da emoção na construção do conhecimento. O artigo começa com uma explicação da emoção que enfatiza seus aspectos ativos, voluntários e socialmente construídos, e indica como a emoção está envolvida na avaliação e observação. Em seguida, demonstra como o mito da investigação desapaixonada funcionou historicamente para minar a autoridade epistêmica das mulheres, bem como de outros grupos sociais culturalmente associados à emoção. Finalmente, o artigo esboça algumas maneiras pelas quais as emoções de grupos de classe baixa, especialmente das mulheres, podem contribuir para o desenvolvimento de uma teoria social crítica.
Alison M. Jaggar (Sun,) estudou esta questão.