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A degeneração do disco intervertebral é uma doença degenerativa crônica causada pela interação de fatores genéticos e ambientais, manifestando-se principalmente como dor lombar. Atualmente, o diagnóstico da degeneração do disco intervertebral depende principalmente de imagens. No entanto, a degeneração do disco intervertebral em estágio inicial é geralmente insidiosa, e atualmente falta biomarcadores clínicos relevantes que possam refletir com confiabilidade a progressão precoce da doença. A piroptose é uma forma regulatória de morte celular desencadeada pela ativação de corpos inflamatórios e caspases, que pode induzir a formação de poros na membrana plasmática e inchaço ou lise celular. Estudos anteriores mostraram que, durante a progressão da degeneração do disco intervertebral, a ativação sustentada de inflamassomas leva à piroptose nuclear celular, que pode ocorrer nos estágios iniciais da degeneração do disco intervertebral. Além disso, as células do núcleo pulposo do disco intervertebral se adaptam ao ambiente externo através da autofagia e mantêm a homeostase celular, e estudar o mecanismo da autofagia na DDI e intervir em seus processos patológicos e fisiológicos pode fornecer novas ideias para o tratamento clínico da DDI. Esta revisão analisa os efeitos da piroptose e da autofagia na DDI, revisando a literatura relevante nos últimos anos, para explorar a relação entre piroptose, autofagia e DDI.
Wang et al. (Mon,) estudaram essa questão.