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Os espaços verdes urbanos têm mostrado cada vez mais evidências de que não apenas melhoram a saúde humana (tanto física quanto mental) e o bem-estar, mas também promovem uma forma de viver sustentável para os cidadãos e para as cidades. Essas vantagens positivas para a saúde e a sustentabilidade têm impactos ainda maiores quando aplicadas a pessoas com deficiência, o que pode, em última análise, avaliar a qualidade de vida delas a longo prazo. Infelizmente, as pessoas com deficiência recebem menos atenção e tendem a ser ignoradas em termos de acesso igualitário a instalações públicas, serviços de saúde e oportunidades na sociedade. Portanto, este artigo enfatiza o valor de ter espaços verdes dentro das cidades e reconhece como as pessoas com deficiência ganham benefícios por meio de métodos ativos e passivos, assim como por meios diretos e indiretos em níveis global, populacional e individual. Com isso, este artigo argumenta que os espaços verdes urbanos ou o desenvolvimento do urbanismo sustentável devem priorizar e incluir pessoas com deficiência no processo de planejamento, uma vez que essa população inclusiva tem o maior potencial para avançar recursos públicos (por exemplo, ambientalmente, socialmente e economicamente) e aproximar as cidades de serem verdadeiramente sustentáveis.
Selanon et al. (Sat,) estudaram essa questão.