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Estudos anteriores indicaram que a conjugação de ubiquitina com proteínas, que requer ATP, desempenha um papel na degradação de proteínas intracelulares dependente de energia. Para examinar se tais conjugados são de fato intermediários na quebra de proteínas, conjugados de lisozima marcada com 125I foram isolados e incubados com uma fração de extrato de reticulócito que não possui as enzimas que realizam a conjugação de ubiquitina-proteína. O ATP estimulou de maneira significativa a degradação da porção de lisozima dos conjugados de ubiquitina em produtos solúveis em ácido tricloroacético. Em contraste, a lisozima livre marcada com 125I não foi degradada nessas condições, a menos que a ubiquitina e as três enzimas necessárias para a conjugação da ubiquitina fossem suplementadas. O Mg2+ era absolutamente necessário para a quebra dos conjugados. Dos vários nucleotídeos, apenas o CTP substituiu o ATP. Análogos de ATP não hidrolisáveis não foram eficazes. Na ausência de ATP, a lisozima livre é liberada dos conjugados de ubiquitina-lisozima por isopeptidases presentes no extrato. Assim, o ATP está envolvido tanto na formação quanto na quebra de conjugados de ubiquitina-proteína.
Hershko et al. (Qui,) estudaram essa questão.