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O efeito da oxcarbazepina (OCBZ) na cinética de um contraceptivo oral contendo etinilestradiol (EE) e levonorgestrel (LNG) foi investigado em 13 voluntárias saudáveis que haviam recebido o contraceptivo por pelo menos 3 meses. Após 15 dias do primeiro ciclo do estudo, cada sujeito recebeu, além do contraceptivo oral, 300 mg de OCBZ no dia 16, 300 mg duas vezes ao dia no dia 17 e 300 mg três vezes ao dia do dia 18 do primeiro ciclo ao dia 18 do próximo ciclo menstrual. Os valores da área sob a curva para tanto EE quanto LNG diminuíram quando OCBZ foi administrada com o contraceptivo oral (p = 0,006, análise de variância). Os resultados indicam que OCBZ, assim como a maioria dos medicamentos antiepilépticos (AEDs), diminui a biodisponibilidade de EE e LNG, talvez afetando o metabolismo ou a ligação a proteínas.
Jensen et al. (Sun,) estudaram essa questão.