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A maioria dos graduandos atribui altas avaliações às experiências de pesquisa. Estudos relatam que essas experiências melhoram a participação e a persistência, muitas vezes fortalecendo a visão que os alunos têm de si mesmos como cientistas. No entanto, as evidências para essas afirmações são fracas. Mais da metade dos 60 estudos revisados depende de questionários ou entrevistas de autorrelato. Em vez de introduzir novas imagens da ciência, as experiências de pesquisa podem reforçar imagens equivocadas, especialmente sobre práticas de pesquisa e compreensão conceitual. Os estudos mais convincentes mostram benefícios para a orientação e para a comunicação da natureza da ciência, mas as ideias que os alunos aprendem muitas vezes são isoladas ou fragmentadas, em vez de integradas e coerentes. Pesquisas rigorosas são necessárias para identificar maneiras de projetar experiências de pesquisa que promovam uma compreensão integrada. Esses estudos precisam de avaliações poderosas e generalizáveis que possam documentar o progresso dos alunos, ajudar a distinguir aspectos eficazes e ineficazes das experiências e ilustrar como os alunos interpretam as experiências de pesquisa que encontram. Para criar experiências de pesquisa que atendam às necessidades dos alunos interessados e façam uso efetivo de recursos escassos, encorajamos estudos sistemáticos e iterativos com múltiplos indicadores de sucesso.
Linn et al. (Qui,) estudaram essa questão.