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Esses estudos sociológicos e antropológicos clássicos utilizaram métodos de pesquisa qualitativa para mostrar como o uso de drogas é moldado por conjuntos complexos de fatores situados dentro de contextos sociais, vendo os usuários de drogas como agentes envolvidos ativamente em processos e mundos sociais. Suas descobertas têm sido utilizadas para desafiar estereótipos sobre o uso de drogas e usuários de drogas, desenvolver uma compreensão mais profunda do uso de drogas entre populações ocultas, difíceis de pesquisar e pouco estudadas, e fornecer as bases para desenvolvimentos significativos no conhecimento científico sobre a natureza do uso de drogas. Eles continuam a manter sua relevância, fornecendo correções importantes aos paradigmas biomédicos e behavioristas, lembrando-nos de que o uso de drogas é um processo social e demonstrando como a abordagem indutiva da pesquisa qualitativa pode fortalecer a maneira como entendemos e respondemos ao uso de drogas e danos relacionados.
Maher et al. (Mon,) estudaram essa questão.