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Tem havido uma crescente preocupação com a crescente infiltração de desinformação, ou “falsas notícias”, no discurso público e na política em muitas democracias ocidentais. Nosso artigo primeiro revisa brevemente o estado atual da literatura sobre contramedidas convencionais à desinformação. Em seguida, exploramos medidas proativas para evitar que a desinformação ganhe tração em primeiro lugar, baseadas na teoria psicológica da “inoculação”. A inoculação repousa na ideia de que se as pessoas forem avisadas de que podem estar desinformadas e forem expostas a exemplos enfraquecidos das maneiras pelas quais podem ser enganadas, elas se tornarão mais imunizadas contra a desinformação. Revisamos várias técnicas que podem aumentar a resiliência das pessoas à desinformação, que variam desde avisos gerais até instruções mais específicas sobre técnicas enganosas (retóricas). Mostramos que, com base nas evidências disponíveis, a inoculação parece ser uma via promissora para ajudar a proteger as pessoas da desinformação e das “falsas notícias”.
Lewandowsky et al. (Mon,) estudaram essa questão.