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Os determinantes seculares obtidos no artigo anterior são resolvidos para os níveis de energia que são importantes nos espectros de absorção dos íons complexos normais, deixando a força do campo cristalino como um parâmetro. Os valores de B e C (parâmetros de Racah) necessários são determinados a partir dos espectros observados de íons livres ou, em alguns casos, por extrapolação. Os valores de f das transições que conectam os níveis de energia calculados são estimados e comparados com as intensidades observadas. A diferença da largura espectral entre bandas e linhas de absorção também é considerada usando o diagrama de energia obtido. Seguindo as atribuições determinadas pelas considerações acima, as posições calculadas das linhas e bandas estão razoavelmente em bom acordo com os dados experimentais em íons divalentes MX 6 2+ (M=Cr, Mn, Fe, Co, Ni), quando ajustamos o parâmetro do campo cristalino D q de forma adequada. Em íons trivalentes MX 6 3+ (M=Ti, V, Cr, Mn, Fe), é necessário, além do ajuste de D q, usar valores menores de B e C do que os dos íons livres para obter melhor concordância com os experimentos. Os valores de D q assim determinados são de magnitude razoável, próximos àqueles obtidos de outras maneiras. A diminuição de B e C em comparação com os dos íons livres pode estar ligada à recente sugestão de Stevens. É interessante que, embora o acordo seja fraco em relação a Co(H 2 O) 6 3+ e Co(NH 3 ) 6 3+, cujas ligações são geralmente consideradas covalentes, a explicação qualitativa de seus espectros é encontrada possível na aproximação de campo cristalino.
Tanabe et al. (Wed,) estudaram esta questão.
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