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Três estudos testaram a ideia de que, quando a identidade social é saliente, avaliações baseadas em grupos provocam emoções e tendências de ação específicas em relação a grupos externos. As filiações grupais dos participantes foram tornadas salientes e o apoio coletivo aparentemente desfrutado pelo grupo interno foi medido ou manipulado. Os autores então mediram raiva e medo (Estudos 1 e 2) e raiva e desprezo (Estudo 3), assim como o desejo de agir contra ou se afastar do grupo externo. A raiva intergrupal era distinta do medo intergrupal, e a inclinação de agir contra o grupo externo era distinta da tendência de se afastar dele. Participantes que perceberam o grupo interno como forte eram mais propensos a sentir raiva em relação ao grupo externo e a desejar agir contra ele. Os efeitos da força percebida do grupo interno sobre as tendências de ação ofensiva foram mediados pela raiva.
Mackie et al. (Sat,) estudaram essa questão.