Introdução: A pandemia de COVID-19 se espalhou rapidamente em muitos países. Essa pandemia levou a implicações psicossociais e de saúde mental a curto e longo prazo para todos os membros da família. A magnitude da resiliência familiar é determinada por muitos fatores de vulnerabilidade, como idade de desenvolvimento, nível educacional, condições de saúde mental preexistentes, ser economicamente desfavorecido ou estar em quarentena devido à infecção ou medo de infecção. Métodos: PubMed, SCOPUS, MEDLINE, Google Scholar, Cochrane e ProQuest foram pesquisados desde o início da pandemia até 31 de dezembro de 2020. Os artigos foram selecionados para inclusão pelos autores. Resultados: Após exclusão, houve oito estudos incluídos na análise, com 165.515 participantes. A revisão da literatura demonstrou que a pandemia causou problemas de saúde mental, como ansiedade, estresse e depressão. Criar práticas diárias de gratidão é importante para construir o bem-estar familiar. É essencial ter uma comunicação boa e saudável e encontrar atividades positivas para fazer juntos entre os membros da família, o que pode construir um senso de união, confiança, coesão e felicidade. Conclusão: Em conclusão, a pandemia causou impactos imprevisíveis e incertos que podem representar uma ameaça ao bem-estar das famílias. A pandemia causou problemas de saúde mental, como ansiedade, estresse e depressão. Um relacionamento saudável, comunicação, práticas de fé, uma mentalidade positiva e construção de apoio social são copings adaptativos para responder à crise e adversidade juntos.
Gayatri et al. (Quarta,) estudaram esta questão.
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