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Tornar-se um pesquisador é uma das trajetórias percorridas no processo emocional, social e intelectual das jornadas de doutorado. Assim, desenvolver uma identidade de pesquisador durante os estudos de doutorado é uma empreitada social. Este artigo explora instâncias e práticas onde os estudantes de doutorado se identificam como se tornando pesquisadores. Baseado em entrevistas com 30 estudantes de doutorado de duas universidades metropolitanas australianas, este artigo apresenta as experiências dos estudantes de momentos em que se sentem como pesquisadores. O artigo constata que a identificação como pesquisador ocorre no início do doutorado, e tais instâncias são sustentadas pela validação externa e interna do estudante como pesquisador. A validação é obtida através de resultados de pesquisa (principalmente publicações), fazendo pesquisa e conversando sobre pesquisa. Essas experiências são frequentemente mundanas, ocorrem diariamente e constituem oportunidades de aprendizado pessoal, social, informal e formal para o desenvolvimento do pesquisador. Os supervisores estão amplamente ausentes, enquanto os estudantes se baseiam em múltiplos indivíduos dentro e fora do campus para assumir uma identidade de pesquisador.
Lilia Mantai (Ter,) estudou esta questão.
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