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A vigilância eletrônica no local de trabalho está levantando preocupações sobre privacidade e equidade. Integrando pesquisas sobre monitoramento de desempenho eletrônico, justiça processual e privacidade organizacional, o autor propõe uma estrutura para entender as reações às tecnologias usadas para monitorar e controlar os funcionários. Para testar a plausibilidade da estrutura, trabalhadores temporários realizaram tarefas baseadas em computador/Web sob diferentes níveis de vigilância computacional. Os resultados indicaram que monitorar atividades relevantes para o trabalho (relevância) e permitir que aqueles que foram monitorados tivessem input no processo (participação) reduziram a invasão de privacidade e aprimoraram a justiça processual. Além disso, a invasão de privacidade mediou completamente o efeito da relevância e mediou parcialmente o efeito da participação na justiça processual. As descobertas são encorajadoras para integrar teoria e pesquisa sobre justiça processual e privacidade organizacional.
Bradley J. Alge (Mon,) estudou essa questão.
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