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Modelos de índice de temperatura (TI) são convenientes para modelar a ablação de geleiras, pois requerem apenas algumas variáveis de entrada e se baseiam em relações empíricas simples. O enfoque é geralmente considerado confiável em altitudes mais baixas (abaixo de 3500 m acima do nível do mar, a.s.l) onde a temperatura do ar (Ta) se relaciona bem com os inputs de energia que impulsionam o derretimento. Questionamos essa abordagem na Ásia de Alta Montanha (HMA). Estudamos os motoristas meteorológicos in-situ da ablação glacial em dois locais no Nepal central, entre 2013 e 2017, usando dados de seis estações meteorológicas automáticas (AWS). Durante o monção, o derretimento da superfície domina os processos de ablação em altitudes mais baixas (entre 4950 e 5380 m a.s.l.). Como a radiação solar líquida (SWnet) é o principal input de energia na superfície da geleira, o albedo (α) e a nubosidade desempenham papéis fundamentais, apresentando alta variabilidade no espaço e no tempo. Para esses casos apenas, a ablação pode ser calculada com um modelo de TI ou com um modelo de TI Aprimorado (ETI) que inclui um esquema de radiação de onda curta (SW) e fatores de ablação específicos do local. Na zona de ablação durante outras estações e durante todas as estações na zona de acumulação, a sublimação e outros processos de ablação impulsionados pelo vento também contribuem para a perda de massa e permanecem não resolvidos com métodos de TI ou ETI.
Litt et al. (Wed,) estudaram esta questão.
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