Key points are not available for this paper at this time.
Resumo A maioria dos estudos sobre fraturamento induzido termicamente em rochas concentrou-se na geração de rachaduras formadas durante o aquecimento e a expansão térmica. Tanto a natureza quanto o mecanismo de formação de rachaduras durante o resfriamento são hipotetizados como diferentes daqueles formados durante o aquecimento. Apresentamos dados de emissão acústica in situ registrados como um proxy para a evolução do dano por rachaduras em uma série de experimentos de aquecimento e resfriamento em amostras de basalto e dacito. Os resultados mostram que tanto a taxa quanto a energia de emissão acústica são consistentemente muito mais altas durante o resfriamento do que durante o aquecimento. Comparações de velocidade sísmica e análise da morfologia das rachaduras de nossas amostras aquecidas e resfriadas apoiam os dados de emissão acústica contemporâneos e também indicam que o fraturamento térmico é amplamente isotrópico. Esses novos dados são importantes para avaliar a contribuição do dano induzido pelo resfriamento dentro de estruturas e camadas vulcânicas, como diques, sills e fluxos de lava.
Browning et al. (Thu,) estudaram essa questão.