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Este artigo examina a medida em que a administração faz escolhas contábeis para registrar ativos intangíveis com base em suas percepções sobre a economia subjacente de sua empresa. Ele explora um cenário em que a administração tem discricionariedade contábil para registrar uma ampla gama de ativos intangíveis. Os resultados sugerem que a escolha da administração de registrar ativos intangíveis está associada à força da tecnologia que afeta as operações da empresa, à duração do ciclo de tecnologia e a fatores relacionados aos direitos de propriedade que afetam a capacidade da empresa de apropriar-se dos benefícios do investimento. Esses efeitos são mais importantes do que outros fatores de contratação e sinalização, consistentes com a economia subjacente operando como um efeito de primeira ordem, conforme previsto pelo GAAP. Os resultados também indicam que os ativos intangíveis que a administração tem a escolha voluntária (não regulamentada) de registrar—ativos intangíveis identificáveis—são mais altamente correlacionados com fatores econômicos subjacentes do que as classes regulamentadas, goodwill adquirido e ativos de P&D. Este resultado sugere que limitar as escolhas da administração para registrar ativos intangíveis tende a reduzir, em vez de melhorar, a qualidade do balanço patrimonial e o conjunto de informações dos investidores.
Anne Wyatt (Fri,) estudou essa questão.
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