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Há uma escassez de dados sobre valores preditivos e razões de verossimilhança de sinais clínicos para o diagnóstico de septicemia neonatal de início tardio. Este estudo teve como objetivo determinar esses parâmetros de forma prospectiva, derivando um escore ao combinar os sinais mais úteis e determinando a utilidade diagnóstica do escore. Todos os neonatos admitidos em uma unidade neonatal durante um período de 1 ano foram monitorados para ocorrência de 16 sinais clínicos pré-definidos. Episódios sintomáticos (105 episódios em 80 neonatos) foram investigados para sepse, sendo diagnosticados como sepse definitiva (n = 30), sepse mais provável (n = 17) e sem sepse (n = 58). Sete sinais clínicos (gemido, distensão abdominal, aumento de aspirações pré-alimentares, taquicardia, hipertermia, retrações torácicas e letargia) apresentaram razões de verossimilhança positiva (PLR) superiores a 1 e foram combinados para criar um escore composto. Quando um escore clínico ponderado (WCS) foi utilizado para diagnosticar sepse definitiva, um escore de corte de 2 proporcionou o melhor valor preditivo positivo (PPV) e PLR (52 por cento e 2,65, respectivamente), enquanto um escore de corte de 1 proporcionou o melhor valor preditivo negativo (NPV) e razão de verossimilhança negativa (NLR) (85 por cento e 0,44, respectivamente). Um escore de corte de 2 teve um PPV de 65 por cento para sepse definitiva e/ou provável. Em conclusão, médicos que tentam diagnosticar sepse neonatal com base puramente clínica podem usar um escore clínico ponderado de sete itens.
Soraisham et al. (Sex,) estudaram esta questão.