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O exoesqueleto representa uma das intervenções mais complicadas e exigentes em termos de mão de obra fornecidas pelos terapeutas. A implementação requer recursos substanciais, levantando questões sobre sua eficácia e relação custo-benefício em comparação com outras abordagens. Até que mais evidências estejam disponíveis sobre o uso e a eficácia dessa tecnologia em rápida evolução, os terapeutas devem lidar com um alto grau de incerteza. IMPLICAÇÕES PARA A REABILITAÇÃO Usar um exoesqueleto de membros inferiores pode reduzir as demandas físicas sobre os terapeutas em programas de reabilitação de alta intensidade que envolvem movimentos repetitivos e esforçados. No entanto, uma série de possíveis barreiras à implementação do exoesqueleto na prática precisa ser considerada, incluindo o tempo de calibração, o treinamento intensivo necessário para se tornar qualificado para administrar a intervenção, o custo do dispositivo e o conforto e segurança do dispositivo que afetam a aceitação e adoção por parte dos usuários. Os terapeutas também precisam gerenciar as expectativas dos pacientes relacionadas aos resultados do uso de exoesqueletos.
Mortenson et al. (Fri,) estudaram essa questão.