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Um achado inesperado que surgiu nas pesquisas sobre discriminação é que os entrevistados percebem um nível mais alto de discriminação direcionado ao seu grupo como um todo do que a si mesmos como membros individuais desse grupo. O presente estudo testou diretamente essa discrepância pessoal/grupal, focando em dois grupos de imigrantes canadenses que foram alvos de muita discriminação, mulheres haitianas e sul-asiáticas. Os entrevistados foram questionados sobre sua discriminação pessoal e grupal em quatro dimensões separadas: raça, cultura, status como recém-chegados ao Canadá e gênero. Um forte apoio foi encontrado para a generalidade da discrepância de discriminação pessoal/grupal. Três possíveis explicações para a discrepância apontam para possíveis avenidas para pesquisas futuras: a negação da discriminação pessoal, a exaggeração da discriminação grupal e os vieses de processamento de informações.
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Donald M. Taylor
University of North Texas
Stephen C. Wright
Simon Fraser University
Fathali M. Moghaddam
Georgetown University
Personality and Social Psychology Bulletin
McGill University
York University
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Taylor et al. (Sex,) estudaram essa questão.
synapsesocial.com/papers/69df27294fb243fc8e591a1b — DOI: https://doi.org/10.1177/0146167290162006
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