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Este artigo analisa as representações midiáticas de pessoas trans a partir do aspecto da regulação da imprensa, que até agora é pouco pesquisado. Colocando a análise no contexto fragmentado da imprensa do Reino Unido pós-Leveson, examina as disposições dos dois órgãos reguladores da imprensa do Reino Unido em relação ao relato sobre pessoas trans. O estudo avalia os padrões editoriais da IPSO e da IMPRESS à luz da teoria queer do direito, oferecendo uma nova perspectiva sobre o papel fundamental desses órgãos na definição de 'outsiders' e 'insiders' de gênero (trans) no debate contínuo sobre os direitos das pessoas trans, do qual a imprensa é uma parte essencial. Argumenta-se que, embora ambos os reguladores tenham tomado medidas para enfrentar a cobertura discriminatória contra pessoas trans, a abordagem da IMPRESS parece encontrar um equilíbrio mais construtivo entre a liberdade de expressão e os direitos das pessoas trans do que a da IPSO. O artigo conclui fazendo recomendações para ambos os reguladores da imprensa abordarem as complexidades das questões trans e enfrentarem mais efetivamente o dano discursivo do 'outros' midiáticos em relação às pessoas trans.
Dimitris Akrivos (Sun,) estudou essa questão.