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A abundância e distribuição de microplásticos (-3; média ± 1 DP) contêm o dobro da quantidade do ar externo (0.6 ± 0.6 fibras e 5.6 ± 3.2 fragmentos m-3). O comprimento das fibras de microplástico não diferiu significativamente entre o ar interno e externo, mas os fragmentos de microplástico internos (58.6 ± 55 µm) eram metade do tamanho dos fragmentos externos (104.8 ± 64.9 µm). Micro-Raman e FT-IR revelaram imagens ligeiramente diferentes dos compostos plásticos no ar, com micro-Raman sugerindo que o cloreto de polivinila domina o ar interno, seguido pelo polietileno (PE) e µFT-IR mostrando que o poliestireno domina, seguido por PE e tereftalato de polietileno. A ubiquidade do microplástico atmosférico aponta para novas fontes potenciais significativas de entrada de plástico nos ecossistemas terrestres e marinhos e levanta preocupações significativas sobre a exposição à inalação em humanos, tanto em ambientes internos quanto externos.
Gaston et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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