A flexibilidade cognitiva medeia a relação entre relacionamentos íntimos, tolerância ao estresse e estilos de vida promotores de saúde, sugerindo um possível alvo para a psicoterapia em pacientes cardiovasculares.
O modelo estrutural, com bom ajuste, explicou o papel mediador da flexibilidade cognitiva na relação entre relacionamentos íntimos e tolerância ao estresse com estilo de vida promotor de saúde em pacientes cardiovasculares. Essas descobertas oferecem uma estrutura operacional para intervenções psicoterapêuticas baseadas no fortalecimento da tolerância ao estresse e relacionamentos interpessoais para melhorar a saúde cardiovascular.
Malati et al. (qui,) estudaram essa questão.