O desenvolvimento da tecnologia digital oferece oportunidades sem precedentes na documentação, conservação e interpretação do patrimônio cultural. Devido à sua alta precisão, eficiência e visualização, essa tecnologia proporciona maneiras inovadoras para as pessoas interagirem com locais patrimoniais. No entanto, seu desenvolvimento dramático introduz vários problemas, incluindo deficiências sistemáticas na aquisição de dados de alta precisão, dificuldades na integração eficaz de dados heterogêneos de múltiplas fontes e a incapacidade de reconstruir o contexto durante a restauração digital do patrimônio. Assim, esta pesquisa propõe uma estrutura de recontextualização digital, reintegrando o espaço físico perdido, as informações visuais e a experiência mental em um todo coerente por meio da comparação de triangulação, restauração interpretativa e reconstrução virtual experiencial. Tomando a Tumba Pintada M5 de Dingjiazha como estudo de caso, este artigo detalha como essa estrutura foi aplicada para consolidar sistematicamente a literatura arqueológica e os dados espaciais provenientes de materiais para construir uma réplica digital confiável e verificável do local patrimonial in situ. Esta estrutura desloca o foco da mera documentação de dados para a produção de conhecimento e reconstrução experiencial, garantindo a integridade científica da restauração e permitindo que mais membros do público acessem o local do patrimônio. Ela também demonstra como espaços históricos perdidos podem renascer no âmbito digital de uma forma que é tanto responsável quanto rica em profundidade interpretativa.
Chen et al. (Mon,) estudaram essa questão.