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A síndrome metabólica (MetS) é uma constelação de fatores de risco cardiometabólicos que identifica pessoas com risco aumentado de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. Embora a prevalência global seja de 20%-25% da população adulta, a prevalência varia entre diferentes populações raciais/étnicas. Nesta revisão narrativa, a evidência é revisada em relação à avaliação, manejo e prevenção de MetS entre pessoas de diferentes grupos raciais/étnicos. A definição mais popular de MetS considera a raça/etnia para avaliar a circunferência da cintura, dada as diferenças no tecido adiposo visceral e risco cardiometabólico. No entanto, a definição de raça/etnia pode apresentar desafios no ambiente clínico. Apesar de 80% da população mundial ser de descendência não europeia, a maioria das pesquisas sobre manejo e prevenção tem se concentrado em populações de origem europeia. Nestes estudos, o manejo de estilo de vida tem se mostrado uma terapia eficaz para a reversão da MetS, e estudos randomizados estão em andamento em grupos raciais/étnicos específicos. Dada a grande quantidade de pessoas em risco de MetS, os esforços de prevenção precisam se concentrar em níveis comunitários e populacionais. Intervenções baseadas na comunidade começaram a mostrar promessas, e esforços para melhorar comportamentos de estilo de vida por meio de alterações no ambiente construído podem ser outro caminho. No entanto, uma consideração cuidadosa precisa ser dada para levar em conta o contexto cultural único do grupo racial/étnico alvo.
Lear et al. (Qui,) estudaram essa questão.