Apesar das oportunidades sem precedentes na convergência da inteligência artificial (IA) e da pesquisa em câncer, poucos cientistas possuem fluência em ambos os domínios. Propomos uma estrutura com seis princípios para treinar cientistas "bilíngues em IA-oncologia" que podem preencher essa lacuna e traduzir descobertas impulsionadas por IA em melhores resultados para os pacientes.
Elemento et al. (Mon,) estudaram esta questão.